sábado, 9 de fevereiro de 2013

Radialista Hilton Lopes (1928 - 2003)

Foto: acervo Eduardo Cabral
Hilton Lopes dos Santos ( 7/6/1928 -   27/6/2003 Aracaju/SE)
Radialista. Apresentador de televisão com intensa participação na música como compositor e instrumentista. Fez sua primeira composição aos dez anos de idade.

Um dos mais destacados apresentadores de Aracaju, destacou-se como amante, divulgador e preservador dos festejos juninos em Aracaju. Fundador de blocos de carnaval no bairro de Aribé, em Aracaju. Por ter nascido e vivido toda a vida no bairro de Aribé, famoso bairro de Aracaju, ficou conhecido como "Pajé do Aribé". Organizou o primeiro festival de música carnavalesca de Aracaju. Sua atuação como instrumentista começou por acaso, aos dezesseis anos de idade, quando se encontrava na sede do Clube Ferroviário, durante um baile. O baterista do grupo que animava o baile estava bêbado e abandonou o grupo no meio do show. Foi então instigado por Walter Almeida a assumir a bateria, o que acabou fazendo com sucesso dando início a uma longa carreira artística. Participou de vários conjuntos musicais. Foi baterista da Luna Rádio Orquestra de Aracaju, que era regida pelo maestro Gerson Cavalcante, conhecido como Bodinho. Foi também baterista e crooner da Trames Blues Band. Como cantor atuou nas cidades de Recife, Natal, Maceió e Salvador.

Durante muitos anos apresentou o programa "Ciranda Junina", na TV Atalaia, em Aracaju. Foi considerado o maior símbolo vivo dos festejos juninos em Sergipe. Fez coberturas de festivais de forró, festas juninas e também de festejos carnavalescos de Aracaju.

Faleceu de ataque cardíaco, durante a cobertura de uma festa junina.

Fonte: Dicionário Cravo Albin 
Texto reproduzido do site: dicionariompb.com.br

2 comentários:

  1. Com certeza ele faz uma grande falta,lembro muito bem dele,ele tinha um bordão interessante que dizia "Vai ter mais gente do que piolho na cabeça de pobre imundo!

    ResponderExcluir
  2. Só algumas observações, ele de fato quando nasceu era bairro aribé mas mudou de nome em 1930 para homenagear Siqueira Campos, e ele faleceu em Nossa senhora do socorro, cobrindo o Forro Siri.

    ResponderExcluir