segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Por Onde Anda Você: Fernando Souza

Foto: César Cabral

Publicado originalmente no site RADAR SERGIPE, em 21/09/2019

Por Onde Anda Você: Fernando Souza

O radialista Fernando Souza foi discotecário e Diretor Comercial da Rádio Liberdade de Sergipe por cerca de 22 anos, quando a emissora funcionava na rua Itabaianinha e pertencia ao empresário Albino Silva da Fonseca.

Fernando Souza nasceu em Nossa Senhora das Dores, no dia 27 de dezembro de 1936. Filho de José Francisco de Souza e D. Iria Pereira de Souza, fez o curso primário na sua terra natal e o curso ginasial na Escola de Comércio, em Aracaju.

Mudou-se para Aracaju a fim de estudar e trabalhar. Morou no Hotel Sergipe, localizado na rua Geru, no centro da capital sergipana e conseguiu um emprego de balconista na loja A Moda, de propriedade do conhecido João Hora e que funcionava no Edifício Mayara, na rua João Pessoa.

Nos anos 1960, como discotecário da Rádio Liberdade

Como sempre gostou de rádio, aproveitava o intervalo do almoço para, após a refeição, frequentar os estúdios da Rádio Liberdade para assistir, ao vivo, a apresentação do “Informativo Cinzano”, apresentado pelo folclórico radialista Silva Lima. Frequentador assíduo da emissora, fez amizade com o próprio Silva Lima e outros profissionais da emissora.

Entretanto, resolveu pedir demissão da loja A Moda e regressou para Nossa Senhora das Dores. Com o dinheiro que conseguiu juntar, foi trabalhar por conta própria, vendendo joias nas cidades de Capela, Propriá, Nossa Senhora da Glória, Aquidabã e Estância. Como as vendas estavam caindo bastante, desiste do negócio e tenta novamente a sorte em Aracaju.

De volta à capital, foi imediatamente até a Rádio Liberdade rever o comunicador Silva Lima que o encorajou a falar com o empresário Albino Silva da Fonseca, para pedir emprego na emissora. Não deu outra. Mesmo sem nenhuma experiência nessa atividade, teve a oportunidade que tanto esperava.

Em novembro de 1958 foi contratado para tomar conta da Discoteca da Rádio Liberdade, após o pleito feito ao seu proprietário. Confessa que pouco ou nada sabia de discoteca, pois nunca havia trabalhado no rádio. Mas, como sempre foi uma pessoa organizada, de imediato fez um minucioso levantamento de todo o acervo existente e a partir de então, passou a cadastrar todos os discos da rádio.

Passou a ser o responsável pela programação musical da Rádio Liberdade e administrador de todo o seu acervo. Praticamente morava na rádio e a sua sensibilidade musical foi fundamental para se consolidar na nova missão. Lembra que sempre tinha o cuidado de selecionar Foi as músicas dos programas apresentados por Silva Lima em consonância com o seu gosto musical. Assim, não desagradava o “manda chuva” de então.

Conviveu com grandes nomes do rádio sergipano, tais como Silva Lima, Carlito Melo, Santos Santana, Cadmo Nascimento, Batalhinha, Valmir Mendonça, José Eugênio de Jesus, Humberto Mendonça, Alberto Lacerda e tantos outros.

Foi divulgador das gravadoras Cantagalo, Copacabana e CBS. Depois, passou a ser representante para Sergipe e Alagoas das gravadoras CBS, Copacabana, Philips e Poligran. Durante 15 anos foi o responsável pelas praças de Aracaju e Maceió.

Como Diretor Comercial da Rádio Liberdade conseguiu bons anunciantes, a exemplo da pasta dental Eucalol e do sabonete Lever que patrocinavam programas com exclusividade e davam caixas de produtos aos ouvintes que enviavam embalagens contendo nome e endereço para concorrer aos sorteios.

Além de discotecário e representante de gravadoras, Fernando Souza também era locutor da Rádio Liberdade de Sergipe, tendo apresentado vários programas. O “Correio Musical Eucalol” foi, talvez, o de maior sucesso, chegando a receber semanalmente mais de mil cartas. O mesmo ia ao ar das 16hs às 17hs, diariamente, antecedendo o “Liberdade Às Suas Ordens”, apresentado por Batalhinha, um campeão de audiência.

Em 1980 desligou-se da Rádio Liberdade de Sergipe e foi ser Diretor-Presidente da Rádio Difusora (atual Aperipê), a convite do então governador Augusto Franco. Cumprida a missão, ainda passou um bom tempo trabalhando como representante de gravadoras.

Casado com a juíza Dra. Maria Angélica França e Souza, tem seis filhos e nove netos. Reside em Aracaju, na rua Manoel Donizetti Vieira, Conjunto Vivendas do Sul, no bairro Luzia.

Texto e imagens reproduzidos do site: radarsergipe.com.br

domingo, 22 de setembro de 2019

Radialista Rosalvo Nogueira

Apresentando o programa "Jornal da Manhã", 
na rádio Jovem Pan Aracaju

Apresentando o programa "Vida Nova",
aos domingos, na rádio FM Sergipe 
Fotos: Facebook/Rosalvo Nogueira Zeza

O âncora Augusto Júnior, nos estúdios da rádio Jornal FM 91,3



Rádio Jornal FM 91,3

Programa: “Comando Geral”

Apresentação: Augusto Júnior

Reportagens: Alex Carvalho, Eron Ribeiro, Marcos Couto, e Márcio Andrei, direto das ruas da cidade

Produção: Wilson Tavares

Operador de áudio: Murilo Rabelo

Imagens e informação de legenda reproduzidas da fanpage: Facebook/Rádio Jornal FM 91,3

“Cá entre nós” estreia dia 23 nas rádios Aperipê AM e FM


Publicado originalmente na fanpage Facebook/Aperipê, em 21 de setembro de 2019

📣 Vem novidade por aí!

“Cá entre nós” estreia dia 23 nas rádios Aperipê AM e FM!

Segunda-feira vai ao ar o primeiro programa do “Cá Entre Nós”, nova atração das manhãs das rádios AM 630 e FM 104.9.

Em um formato diferenciado, o programa será transmitido de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h, e terá quatro apresentadores: Ricardo Gama, Suyene Correia, Alex Nascimento e Júnior Versianni.

Será um bate-papo com o ouvinte, que pretende sempre aprofundar os assuntos de relevância e que estão pautados no cotidiano. O programa terá uma abertura diferente para cada dia. No final de cada programa da sexta-feira os apresentadores farão um balanço sobre a semana em clima de descontração.

A nova produção da Fundação de Cultura e Arte Aperipê de Sergipe (Funcap), por meio de suas emissoras, conta com o apoio da Secretaria do Estado da Educação e da Biblioteca Epiphanio Dórea.

Texto e imagem reproduzidos da fanpage Facebook/Aperipê

sábado, 21 de setembro de 2019

21 de setembro, é comemorado o dia do Rádio e do Radialista


Hoje, dia 21 de setembro, é comemorado o dia do Rádio e do Radialista.

Nesse dia especial prestamos nossa homenagem a todos os profissionais do rádio que fizeram e fazem parte da Fundação de Cultura e Arte Aperipê.

A todos o nosso muito obrigado por fazer parte da história do rádio de Seegipe.

Texto e imagem reproduzidos da fanpage: Facebook/Aperipê

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Dois anos da Rede Fan de Comunicação



Publicado originalmente no site FAN F 1,  em 15 de setembro de 2019

Rede Fan de Comunicação é instalada no maior e mais moderno parque de comunicação do Estado

Por Célia Silva

A Rede Fan de Comunicação engloba as rádios Fan FM Aracaju e Fan FM Carmópolis e o portal de notícias Fan F1. Pertencem ao Grupo Miro Santos, da Rede Presidente, e hoje estão instaladas em uma só sede, bairro Olaria. Mas, quando as emissoras de rádio entraram no ar, em fevereiro de 2017, e o Fan F1, em setembro desse mesmo ano, a Fan FM Aracaju e o Fan F1 funcionavam provisoriamente no bairro Santo Antônio, no prédio da antiga Liberdade FM, enquanto uma mega-estrutura estava sendo projetada para abrigar a Rede Fan FM de Comunicação. Em maio de 2018, a mudança aconteceu.

Texto e imagens reproduzidos do site: fanf1.com.br

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Programas ao vivo de RÁDIO e TV, direto de Itabaiana (V Bienal)


Texto publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 09/09/2019

Programas ao vivo de Itabaiana

Por Ivan Valença (Blog Infonet)

Esta é a semana decisiva para a V Bienal do Livro de Itabaiana, que começa no dia 11 e vai até o dia 15 próximo. A boa novidade fica por conta da Rede Aperipê de Rádio e Televisão, que vai transmitir de lá seus principais programas. No dia da abertura da Bienal do livro, o Jornal da Aperipê será apresentado ao vivo direto do estúdio montado na praça de eventos da Bienal, a partir das 18h30. Na quinta-feira, Dânia Matos apresentará o programa Utilidade Pública, a partir das 20h. Pascoal Maynard também sobe a serra para apresentar o seu programa “Expressão”, na sexta-feira a partir das 19h. Sob o comando de Tanit Bezerra e Grazi Oliveira apresentam, das 17 às 19h, o “Mural News”. No sábado, penúltimo dia do evento, Flávio Lima, mostra também transmitido direto de Itabaiana, das 9 as 11h, o “Sabatina Musical”. No domingo, direto da praça Luiz Gonzaga, Paulo Correa mostra mais um exemplar do programa “Nação Nordestina”, seguido dos belos chorinhos selecionados por Sérgio Tadeu para seu programa “Domingo no Clube”...

Texto reproduzido do site: infonet.com.br

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Rádio Cultura de Sergipe - Aragão, operador e Jairo Alves

Foto reproduzida do Facebook/Rozendo Aragão

J. Santos, na rádio Cultura de Sergipe AM 670


Publicado originalmente no Facebook/Rozendo Aragão, em 22 de agosto de 2019

Meu #TBT de hoje é bem especial e saudosista... Ao rever os arquivos da empresa, me deparo com esta foto... José Santos, ou simplesmente Jota Santos, ou o "Jotinha" da Rádio Cultura... Ele, por muitos anos, abria a programação da emissora... E De uma conversa com meus pais, ele disse que iria "batizar este menino"... E batizou... Orgulho de ser afilhado dele... E por providência estou atuando, justamente na mesma emissora que ele trabalhou... Até hoje ele é lembrado pelos ouvintes, mesmo após alguns anos de seu passamento... Como tu faz falta Padrinho Jota!!! — em Rádio Cultura AM 670.

Texto e imagem reproduzidos do Facebook/Rozendo Aragão

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

A história do rádio em Sergipe – Som da História, por Neu Fontes


Publicado originalmente no site do INSTITUTO HELVIO

A história do rádio em Sergipe – Som da História

Por Neu Fontes

No caminho do sucesso das emissoras de rádio do sul do país, Aracaju recebe a primeira rádio do estado, a PRJ6 Rádio Difusora de Sergipe, atual rádio Aperipê de Sergipe ZYD-2.

Em 07 de fevereiro de 1939, com uma programação de músicas ao vivo, tangos, sambas, maracatus, valsas, fados, rumbas, afoxés, frevos, marchas, choros e canções orfeônicas e com a presença do Grande Seresteiro do Brasil, Silvio Caldas, acompanhado do regional do Carnera e Miguel Alves.

Na função de diretor artístico da PRJ-6, Alfredo Gomes exerceu uma influência significativa no rádio sergipano, é dele a responsabilidade de vários nomes artísticos dos nossos artistas. Alfredo Gomes/Rubem Vergara respondia por muitos dos nomes artísticos e citações existentes no rádio de Sergipe dos anos 40.

É dele o título dado ao João Mello “O cantor Máximo de Sergipe”, “o poeta seresteiro”.

“Pinduca e sua radiorquestra” foi outro nome dado pelo Gomes para o Maestro Luiz D’Anunciação, que anos depois, viria a trabalhar como regente da orquestra do programa televisivo de Abelardo Barbosa, o Chacrinha.

As “armas” do Departamento de Propaganda sergipano nos anos 40 era o cast da Radio Aperipê que apresentava os grandes nomes da música de Aracaju, Dão, João Lopes, Guaracy Leite França, Bissextino, Maria Célia, Manoel Aragão, Dalva Cavalcanti, Neuza Paes, Rute Brandão, Genaro Plech, Pinduca, tendo como figuras centrais o João Melo, João Bezerra, e o Carnera. Murillo Mellins afirma o seguinte sobre Alfredo Gomes:

– Esse, com seu conhecimento no meio boêmio da cidade, contratou cantores e músicos e organizou programas com artistas da terra, os quais começaram a fazer parte do cast da nova emissora”.

O rádio revitalizou a vida cultural sergipana, ampliando o contato de artistas com o público. A Rádio Difusora, desde o ano da sua inauguração em 1930 cumpriu um importantíssimo papel ao levar ao ar vozes e instrumentos que davam a trilha sonora à vida da capital sergipana, vozes que ficaram imortalizadas, Luiz Antônio Barreto um dos meus professores dizia:

– João Melo, além de cantar é, um exímio violonista, compositor aplaudido e produtor vitorioso no Rio de Janeiro.

Sempre tive a curiosidade de saber quem era a voz do hino do Sergipe e o Luiz me disse: – É de Raimundo Santos, uma voz maravilhosa.

Tinha ainda Antônio Teles, esse eu conheci nas serestas do meu avô José Domingues Fontes, talvez a mais romântica voz que ouvir. Luiz complementava: – a voz de Dão, dando graça ao samba, a de Floriano Valente, com seu repertório de valsas, dentre muitas outras embaladas pela Rádio Orquestra de Pinduca, pelos Regionais de Eutímio, Honor Gregório, João Argolo, Carnera e tantos outros astros de primeira grandeza, que fizeram a radiofonia dos primeiros tempos e abriram caminho para os artistas da atualidade.

Duas décadas depois do surgimento da Rádio Difusora, é inaugurada mais três emissoras em Aracaju. Em 1953 a Rádio Liberdade, em 58 a Rádio Jornal e a Rádio Cultura em 59, e o primeiro estúdio de gravações de acetato, iniciando a produção de jigles e de fitas e discos de cantores e músicos locais seu proprietário era o Sr. José Órico, aumentando assim os espaços para melhor divulgar os artistas e músicos da capital sergipana.

Texto e imagem reproduzidos do site: institutohelvio.com

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Estúdio da Rádio Fan FM 99,7, em Aracaju



Estúdios da Rádio Aperipê, em Aracaju


Daniel Aragão – O locutor para todas as horas


Publicado originalmente no site FAN F1, em 27 de maio de 2018

Daniel Aragão – O locutor para todas as horas

Por Célia Silva

Ele se define como um profissional eclético e flexível, características essenciais ao locutor folguista de uma emissora de rádio. Na Fan FM Aracaju desde janeiro de 2017, quando a emissora entrou em operação, Daniel Aragão empresta sua voz e talento quando Joe Feitosa e Washington Luiz estão de folga e diz ter a consciência da grande responsabilidade que tem em assumir a mesa de estúdio na ausência de locutores com a experiência desses dois mestres do rádio.  O “Locutor da Fan” deste domingo é Daniel Aragão.

Daniel ao lado da mãe, Maria Norbélia Aragão. 
Foto: Arquivo pessoal

Ele nasceu no dia 6 de agosto de 1979. É carioca, mas tem raiz sergipana. Daniel Aragão mora em Sergipe desde os cinco anos e seus pais e avós nasceram na cidade de Graccho Cardoso, pequena cidade do sertão, a 116 quilômetros da capital. “Me considero um sergipano”, disse o pai de Davi Lucas, 4, e Gustavo, 2.

Primeiros passos no rádio – O destino levou Daniel Aragão ao rádio, aos 23 anos de idade. Ele conta que em meados de 2002, recebeu o convite da amiga Vilma Alcântara para ler versículos bíblicos em um programa cristão da Jornal AM. “Ela gostava da minha voz e me chamava para atender o telefone e, enquanto ela pregava, eu lia os versículos. Assim fui me apaixonando pelo rádio, e o sonho começou a nascer”, relembra Daniel que não tem nenhum familiar radialista.

Mas, ele precisava trabalhar e foi trabalhando como caixa de um supermercado que custeou o curso de radialista promovido pelo Senac no ano de 2004.

“Fiz uma grande amizade com Evaldo Costha, coordenador da Atalaia FM 93,5, que liberou meu acesso à emissora para fazer visitas. Sempre após meu trabalho do supermercado ia visitar a rádio”, conta.

Na rádio evangélica Sara Brasil FM. 
Foto: Arquivo pessoal

Começou na madrugada – Depois de seis meses, aquelas visitas renderam frutos e a oportunidade de fazer um teste para o programa Rádio Insônia na madrugada da rádio.

“Não pensei duas vezes. Ao conseguir aquela oportunidade dada pelo meu amigo Evaldo, mesmo sem nenhuma garantia que seria contratado, pedi as contas do supermercado, que tinha cinco anos de serviços prestados, e fui em busca do meu grande sonho”.

Profissionalização – Nessa busca, Daniel Aragão se profissionalizou. Fez o curso técnico de Rádio e TV pelo Senac/SE e em 2012, ingressou no curso de Jornalismo pela Universidade Tiradentes.

Porém, as escalas de trabalho no rádio e na produção de eventos, uma outra área de atuação de Daniel, o levaram a trancar o curso de Jornalismo. “Mas tenho a intenção de retomar meu curso de Jornalismo”, confessou.

Diversificando a atuação – Daniel Aragão já passou pelas rádios Atalaia FM 93,5 – Sara Brasil FM 97,1 – Mix FM 93,5 e atualmente está na Fan FM Aracaju, onde apresenta, nas folgas de Joe Feitosa, o “Fan Relax”, e nas ausências de Washington Luiz, o “Sucessos da Fan”. Na Fan, ele ainda faz aos domingos pela manhã, o Fan Brasil e reportagens externas.

Programa Clip Mais, exibido na TV Aperipê. 
Foto: Arquivo pessoal

Paralelo ao trabalho que executa na Fan, ele produz eventos desde 2013 e apresenta o Clip Mais, na TV Aperipê, programa Gospel produzido e apresentado por ele, exibido aos sábados, às 15h e reprisado aos domingos, às 13h.

Entre 2013 e 2017, organizou 11 eventos, dos quais, 10 foram evangélicos, religião que Daniel professa desde criança. O único não gospel, foi realizado ano passado – uma feira de beleza que reuniu 37 expositores e conseguiu arrecadar quase uma tonelada de alimentos doados a instituições de caridade.

Daniel com os filhos Davi e Gustavo. 
Foto: Arquivo pessoal

Livre, leve e solto – Daniel está solteiro, “mas estou tranquilo”. Ficou casado por sete anos e teve dois meninos. “Amo ser pai e amo demais os meus filhos”, disse.

Está no dito popular que radialista é namorador, mas Daniel assegura que foge a esse perfil. “Sou um cara de uma mulher só, muito tranquilo. Acredito no amor, não sou namorador”, afirmou.

“Estou cuidando de mim, vivendo momentos maravilhosos com meus meninos, vivendo como pai de forma intensa. Sou evangélico e estou convicto de que Deus vai mostrar uma pessoa no momento certo”, disse Daniel.

Daniel Aragão disse que vive o seu meu melhor momento no rádio. “Estar na Rede Fan FM é um grande sonho e agradeço à direção da emissora pela confiança em meu trabalho e principalmente ao coordenador Joe Feitosa por ter me convidado para fazer parte da emissora. Fazer o Fan Relax é de uma grande responsabilidade, porque Joe o faz com excelência. Tento dar o meu melhor”, encerrou.

Texto e imagens reproduzidos do site: fanf1.com.br

domingo, 11 de agosto de 2019

Sérgio Cursino - âncora da rádio CBN Aracaju 90,5 FM


Publicado originalmente no site Blasting News Brasil, em 13 de abril de 2018

Reinventar-se é fundamental para sobreviver no mercado, afirma Sérgio Cursino

Sérgio Cursino foi entrevistado pela AM3 Conteúdo

Ele ancorou o Rede TV News, foi locutor do Fantástico e a primeira voz da HBO no Brasil.

Por Clube da Notícia (artigo)

O nome Sérgio Cursino é um dos mais conhecidos no meio do rádio e da televisão, em especial pela sua voz marcante, mas ele também é lembrado pela capacidade de se reinventar no mercado em que atua e conseguir manter um público mais antigo e ainda cativar os novos fãs.

Ex-âncora do ‘Rede TV News’, Cursino também foi locutor do ‘Fantástico’ na TV Globo e passou por várias emissoras de rádio, entre elas a Capital, Record e Globo.

O comunicador foi o primeiro locutor oficial da HBO no Brasil, mas apesar de colecionar trabalhos importantes, manteve a humildade e a autenticidade buscando ensinar quem está começando.

Em entrevista ao ‘Podcast da AM3 Conteúdo’, ele destacou que precisou se reinventar para sobreviver em um mercado selvagem com uma concorrência difícil e muitas vezes, desleal. “Para se reinventar, é preciso entender e explorar suas possibilidades”, disse Sérgio Cursino durante a conversa.

Segundo ele, é preciso potencializar o melhor de cada profissional, porque focar naquilo que não se faz bem, é pura perda de tempo. “A concorrência é muito grande”, alerta.

A reinvenção no rádio e na TV

Uma das provas de que Sérgio Cursino soube se reinventar, é sua passagem pelo rádio. Sempre atuando como voz padrão, locutor comercial ou de ‘cabine’, como se diz no meio, de repente se viu comunicador, seguindo a linha de outros profissionais como Paulo Lopes, Kaká Siqueira e Paulo Barboza, por exemplo.

Na entrevista à AM3 Conteúdo, ele detalha esse momento em que precisou ‘se fazer comunicador’ em uma fase de reinvenção profissional. Depois, saiu de um programa popular de jornalismo como o ‘Balanço Geral Vale’ na Record TV e migrou para um formato totalmente diferente quando foi ancorar o ‘Rede TV News’. Agora, ele é um dos nomes mais queridos e seguidos nas redes sociais com as mensagens de amor e motivação que interpreta em áudio e vídeo. “Reinvenção é a palavra”, destaca Sérgio Cursino.

Sair da zona de conforto

Outro fator que fez a diferença na longevidade da Carreira do comunicador foi sempre deixar a zona de conforto. Ele lembrou na entrevista, que poderia ter se acomodado porque começou na TV Globo do Rio de Janeiro, a empresa onde todos os profissionais gostariam de começar e se aposentar, mas preferiu viver outras experiências no meio. “Na Globo, aprendi com o grande Francisco Panessa, que não deveria me limitar a ser apenas uma voz”, lembra ele, destacando que precisaria melhorar sempre, buscar dar o melhor de si no Trabalho.

Texto e imagem reproduzidos do site: br.blastingnews.com

Gabriel Damásio em visita ao âncora Mílton Jung

Gabriel Damásio em visita aos estúdios da CBN 
São Paulo, presenteia Mílton Jung com um chapéu de couro.
Foto reproduzida do Instagram/Gabriel Damásio

sábado, 10 de agosto de 2019

Silvânia Alves, âncora da Rádio Bandeirantes de S. Paulo



Silvânia Alves, jornalista, paulistana, nasceu em São Paulo capital. Formada em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero em 1988, começou no jornalismo em 1989 como redatora e locutora de boletins informativos em uma produtora de serviços telefônicos e em peças publicitárias.

Radialista, apresentadora de vários programas da Rádio Bandeirantes AM e FM, está na Rádio Bandeirantes desde 1994. Na Rádio Bandeirantes, sua primeira função foi na cobertura de boletins rodoviários e depois passou a apresentar o Bandeirantes a Caminho do Sol.

Apresenta ao lado de Marcelo Duarte o Você é Curioso, um programa de variedades, que como o nome sugere, aborda temas que possibilita ao ouvinte conhecer fatos normalmente pouco abordados pela imprensa. Também é uma das vozes do Primeira Hora.

O Você é Curioso? ganhou o prêmio de melhor programa de cultura geral do rádio em 2005 na votação da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA). Em outubro de 2009 a jornalista Silvânia Alves foi agraciada com o Troféu Pasquale Cascino no IX Prêmio Proin, entregue pela Universidade UniÍtalo.

O programa Você é Curioso completou em agosto de 2011 dez anos no ar na Rádio Bandeirantes (AM 840 e FM 90,9). O programa de aniversário foi apresentado ao vivo, fez um retrospecto dos melhores momentos e leu as crônicas de ouvintes sobre o programa. Mantendo a linha de curiosidade, fez parte do evento a Degustação Curiosa de batatas fritas com sabor de limão e um refrigerante de gengibre.

Em fevereiro de 2012 por ocasião do programa especial O Pulo do Gato em homenagem ao José Paulo de Andrade. Ao final do programa o jornalista enalteceu o período em que Silvania Alves esteve na condução do programa.

A jornalista Silvania Alves falou sobre sua carreira no Sofá Bandeirantes de fevereiro de 2010.

Atualizado em junho/2014 – Portal dos Jornalistas

Texto reproduzido do site: portaldosjornalistas.com.br

Entrevista com Thays Freitas, âncora da rádio Bandeirantes

 

Thays Freitas durante apresentação 
do Jornal em 3 Tempos. (Fotos: Eli K. Hayasaka/LT )

Publicado originalmente no site Marquesi-Newsletter, em junho de 2017

Café com Thays Freitas 

Frequência humorada no melhor da tarde

Jornalista rega notícia com humor e diversão nas ondas da Rádio Bandeirantes tornando as tardes dos paulistanos, além de bem informadas, bastante divertidas.

Por Márcio Paula Moraes 

Que o dia a dia de um jornalista é corrido já é sabido por grande parte das pessoas, mas tornar essa correria uma atividade “divertida”, opa, nesse caso, talvez poucos saibam. Levar essa descontração para o trabalho é uma qualidade para poucos, seja lá qual for o segmento. No meio do estresse, do cansaço, da atribulação, do acúmulo de trabalho e o compromisso de estar sempre fazendo o melhor, muitos profissionais se deixam levar para o lado mais perigoso da profissão tornando o seu trabalho custoso e cada vez mais difícil.

Esse definitivamente não é o caso da jornalista Thays Freitas, apresentadora do Jornal em Três Tempos, da Rádio Bandeirantes que, diariamente, ao lado do companheiro Paulo Galvão, informa a cidade com muitas risadas e diversão.

Casada há 12 anos, paulistana e corintiana fanática, como todos os demais, Thays divide sua atenção com o marido e também jornalista Flávio Palhares (diretor da revista Embalagem Marca, publicação segmentada e especializada no setor de embalagens) e com a filha, Cecília, de 4 anos.

Nesta entrevista ao Café.com, do Laboratório de Temas, Thays, conta como começou no jornalismo, do seu jeito de ser, das suas preferências e gostos, enfim, você vai ficar sabendo um pouco mais desta profissional divertida que se preocupa diariamente em levar aos ouvintes da Rádio Bandeirantes a melhor informação, mas sempre abastecida com humor e descontração.

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O que gosta de fazer quando está de folga?

Gosto de aproveitar, da melhor forma, o tempo livre com meu marido e minha filha. Como ela ainda é pequena, os passeios são os de sempre – parque, piscina, casa de amigos com filhos. Sozinha, gosto de ler. Acho que é a principal atividade que eu consegui manter depois do nascimento da Cecília. E viciei em livro digital: é mais fácil de comprar, mais barato. Já o cinema, eu risquei da minha rotina, porque são muitas horas empenhadas numa atividade fora de casa que exclui a minha filha.

Como é a Thays do dia a dia...

Agitada. Estou sempre fazendo várias coisas ao mesmo tempo, e pensando nas que virão em seguida. E não sofro com isso, não.

O que te deixa irritada?

Fome. Sono. E falta de educação.

O que te acalma?

O meu marido, que é um poço de tranqüilidade.

Que tipo de música você gosta de ouvir?

Em primeiro lugar, Chico Buarque, por gosto e hábito. Não pra ouvir todo dia, claro, porque eu também preciso de algo menos complexo! Da adolescência, ficou o gosto por Raul Seixas - mais pelas lembranças que a música me traz, é verdade. Para correr, ouço Queen e ABBA. Antes que me perguntem: não, eu não fico com sono (risos)! E, nos dias mais cansativos, voltando pra casa depois de uma longa jornada, ponho na Nativa para limpar a cabeça e esquecer do jornalismo!

Qual a sua formação acadêmica?

Me formei em Jornalismo pela ECA/USP. Entrei na turma de 90, mas só me formei em 95. Eu comecei a trabalhar no primeiro mês de faculdade, e me enrolei com algumas matérias. Cursei também 3 anos de Direito na São Francisco, depois de formada em Jornalismo. E fiz pós em Gestão de Empresas na ESPM em 2009/2010.

Como você ingressou no jornalismo?

Na Jovem Pan, como rádio escuta, em março de 90. Entrei na faculdade e saí procurando emprego, numa época em que se batia na porta da empresa e perguntava se tinha vaga. Tinha 17 anos, e me contrataram. Fiquei na Pan até 97, e na Eldorado (hoje Estadão-ESPN) até 2006, quando fui convidada para ir para a Bandeirantes.

E na Rádio Bandeirantes?

Eu já havia trabalhado com o José Carlos Carboni, diretor da Bandeirantes, na época de Jovem Pan. Indiretamente, porque ele era o coordenador do esporte, e eu era editora do geral. Em 2006, ele estava procurando alguém para a chefia de reportagem da Bandeirantes, e me convidou. Aceitei, e, um ano depois, passei para a função de editora executiva, que faz a coordenação das chefias de área. Hoje, olhando para trás, acho que tomei a decisão profissional correta. Gosto muito de trabalhar na Bandeirantes, aprendi muita coisa nesses anos. E o grupo de comunicação oferece possibilidades reais de crescimento.

Antes de ser efetivada no Jornal em Três Tempos com o Paulo Galvão, a emissora tentou outros nomes, como o do Agostinho Teixeira. Uma voz feminina era o ideal para substituir a Chiara Luzzati?

Aqui, a história é outra. Quando a Chiara Luzzati saiu da Rádio Bandeirantes, em dezembro de 2010, vi que se abria para mim a possibilidade de voltar para o microfone, e – o que é melhor – fazer isso junto com minha função executiva, da qual eu gosto muito. Propus isso para a direção, e ouvi um sim. O problema é que eu estava com férias marcadas para dezembro, com passagem comprada, hotel reservado etc., e a Chiara não podia esticar mais um mês. Combinamos, então, que eu assumiria o jornal em janeiro, e que, nesse meio tempo, ele seria apresentado pelo Agostinho e pelo Galvão. Pessoalmente, não acho que seja necessária uma dupla homem-mulher para que haja “química” no jornal. Mas tem dado certo.

Substituir a Chiara parece não ser uma tarefa fácil, né? Ela tinha muita identificação com os ouvintes...

Muito difícil. Alguns ouvintes esperavam que eu me comportasse exatamente igual a Chiara, o que é impossível. A Chiara é uma apresentadora muito especial, com voz marcante, posições firmes. Eu não me posiciono exatamente dessa forma, e nem conseguiria. Mas, aos poucos, os ouvintes foram se acostumando comigo. Nas primeiras semanas, muitos perguntavam onde a Chiara estava. Depois, perguntavam onde ela estava, mas diziam que também estavam gostando do meu jeito ao microfone (risos).

Já foi confundida com ela durante a apresentação do programa?

Com a Chiara, não me lembro. Acho que as vozes são muito diferentes. Mas tem ouvinte que me confunde com a Silvânia Alves (produtora da emissora). Outro dia, um perguntou como eu aguentava entrar no ar às 5h30, no Pulo do Gato, e ficar até o Jornal em Três Tempos, às 18h...

Dividir a apresentação do Jornal em Três Tempos com Paulo Galvão torna tudo mais fácil...

Muito, o Galvão é um super parceiro. Conheço-o há mais de 20 anos, trabalhamos juntos na Jovem Pan e na Eldorado. Hoje, no ar, acho que um sabe o que o outro quer dizer antes que qualquer gesto seja feito. Ah, e a gente se diverte MUITO. As risadas que às vezes escapam no ar são só parte do que a gente ri nos intervalos!

Quem são as suas referências do ponto de vista profissional aí na RB?

Do ponto de vista da gestão de pessoas, o meu diretor, José Carlos Carboni, que tem me ensinado a compreender a complexidade das pessoas num ambiente corporativo. Na gestão de negócios, admiro a coragem e a capacidade de identificar oportunidades do VP do Grupo de Rádios, Mário Baccei. Ao microfone, gosto de acompanhar o debate de idéias durante o Jornal Gente, e a forma como cada um dos quatro apresentadores (José Paulo, Salomão, Joelmir e Rafael) se posiciona perante o ouvinte. É uma lição diária. E, naquele rádio companheiro, gosto de ouvir os “causos” do Milton Neves no domingo de manhã. Também aprendo muito com o pessoal do Na Geral – com minha formação de jornalista, desenvolver essa veia mais ligada ao humor é, para mim, um desafio.

O Zé Paulo ficou fora um tempão da apresentação do Pulo do Gato e a Silvânia Alves assumiu um baita abacaxi, não foi?

Não vejo dessa forma. Acho que esse período foi uma oportunidade para ela mostrar, para o público interno e externo, o enorme domínio que ela tem do microfone.

De fato trata-se de uma grande profissional... Aliás, A RB dá a impressão que está sempre se reformulando, uma mescla de experiência de profissionais antigos com a ansiedade dos mais jovens. É isso mesmo ou estou falando bobagem?

É isso mesmo. Nossa redação é bem jovem, e temos, no ar, profissionais muito experientes lado a lado com outras gerações mais jovens. Eu e o Galvão estamos na faixa dos 40; o Rafael Colombo (apresentador do Jornal da Hora e do Gente) e o Sérgio Patrick (coordenador de esportes), na faixa dos 30. Convivemos, todos os dias, com um pessoal de 20 e poucos anos que faz estágio, e com jornalistas com décadas de experiência. Ambiente de redação é democrático, né? E eu espero que a molecada saiba aproveitar essa convivência!

Você tem outras atividades profissionais além da RB?

Não, a rádio me absorve muito. Minha jornada na RB é extensa, fico na redação do meio da manhã até a noite, e ainda fecho os plantões dos domingos. E preciso estar sempre acompanhando a programação – da RB e da concorrência. Tempo é o que mais me falta hoje em dia.

Como é a sua rotina na rádio e qual a sua preparação para apresentar o programa?

Chego por volta das 10h, e me dedico aos assuntos referentes à gestão. Começo a me preocupar com o jornal por volta das 14h. Quando ele acaba, às 18h, supervisiono o fechamento do dia seguinte, e resolvo alguma pendência que tenha ficado da manhã. Sem dúvida, apresentar o jornal é a parte mais divertida do dia.

Qual o ponto mais forte do Três Tempos?

A descontração. Tentamos fazer um programa agradável, companheiro, sem perder o caráter informativo. A notícia, em si, pode ser obtida em outras rádios e outros veículos. Quero que o ouvinte fique conosco não só para ficar bem informado, mas para se sentir acolhido e incluído.

O que você acha que ainda pode ficar melhor?

Achar é pouco, nos travamos uma luta diária pra melhorar! Nós vamos tentando: assuntos novos, formatos diferentes de comunicação, novos canais de interação com ouvinte. Para ficar ainda melhor, precisamos achar a dose certa disso tudo, todos os dias.

Nesse mesmo Café.com, Chiara Luzzati disse que a grande sacada do rádio foi trazer o ouvinte para dentro do estúdio, isto é, a interatividade com o ouvinte torna o programa mais atraente. O que você pensa disso?

Concordo. Outro dia, comentei com o Galvão que eu já me esqueci como era apresentar um programa ao vivo sem interação com o ouvinte em tempo real. A gente fazia no escuro! Hoje, acho que temos um termômetro claro do que agrada e do que não agrada, como se – dentro de um certo limite, claro – tivéssemos uma medição de audiência em tempo real.

Pratica esportes?

Sim, aeróbica e musculação, umas quatro vezes por semana. Corro no Parque da Aclimação, e treino com uma personal. Ter um bom preparo físico me ajuda muito na minha rotina.

O que você mais valoriza e mais despreza numa pessoa?

Pessoas gentis me encantam. Não gosto de arrogância. No ar, tento me posicionar da forma mais simples possível.

Qual o seu time do coração?

Corinthians!

Acha que ele vai ser campeão paulista?

Claro. E da Libertadores também.

Qual a sua opinião sobre a Copa no Brasil?

Como profissional da comunicação, acho que o evento vai criar mercados novos para nós, jornalistas. E isso é sempre bom. Como mãe de uma menina de 4 anos, acho que o evento vai ajudar o país a se firmar num novo patamar, e deixar um legado para as próximas gerações. A forma como esse legado será formado e administrado está em nossas mãos.

Muitos ouvintes da RB vão ler essa entrevista. O que gostaria de dizer a eles que nem sempre é possível dizer no ar?

Em primeiro lugar, eu quero agradecer aos ouvintes pelo espaço que eles nos permitem ocupar no dia-a-dia deles. Eu gosto muito do que eu faço, e sempre apresento o programa de coração aberto. Mas preciso dizer também que, em alguns (poucos) dias, as coisas não saem como gostaríamos. E ainda peço que eles compreendam que apresentar um programa ao vivo é brincar de ser vidraça todos os dias – ainda mais para mim, que tenho uma função de chefia na rádio. É pedir demais? (risos).

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Thays Freitas nasceu em São Paulo/SP e se formou em jornalismo na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Fez pós-graduação em Gestão de Empresas na ESPM.

Iniciou a carreira na rádio Jovem Pan, como rádio-escuta, em março de 1990. Na emissora, também foi âncora. Em 1997, transferiu-se para a rádio Eldorado, onde ocupou o cargo de âncora por nove anos. Ainda na Eldorado, chegou a ser chefe de redação, pouco antes de deixar o veículo, em 2006.

Em 2006, passou para a rádio Bandeirantes, onde foi chefe de redação, a convite de José Carlos Carboni, e desde 2007 é editora-executiva.

Em 2011, com a saída de Chiara Luzzati da emissora, foi convidada para ser âncora, junto com Paulo Galvão, do Jornal Em Três Tempos, acumulando assim a apresentação deste programa com o cargo de editora-executiva. (Atualizado em junho/2012 - Portal dos Jornalistas)

Fonte:http://www.laboratoriodetemas.com/2012/03/cafecom-thays-freitas.html

Texto e imagens reproduzidos do site: marquesi-newsletter.blogspot.com

Rádio Liberdade AM migrou para FM 100.3

A histórica rádio Liberdade 930 AM, migrou para FM, 
agora ela é Rádio Liberdade 100.3 FM, 
continuando afiliada a rádio Bandeirantes de São Paulo.