sábado, 16 de março de 2019

Rádio Cultura AM 670




Rádio Cultura de Sergipe AM – 670 Khz

Fundada em 21 de novembro de 1959 por Dom José Vicente Távora, então Bispo de Aracaju, a Rádio Cultura de Sergipe tinha como objetivo colaborar no projeto de educação popular do Movimento de Educação de Base, que levava a educação aos camponeses. Há cinquenta e seis anos a Rádio Cultura leva ao ouvinte uma programação de qualidade na qual consta educação, cultura, informação, cidadania, entretenimento e evangelização.

De agosto de 1991 a março de 2016 a Cultura foi administrada pela Comunidade Católica Shalom a pedido de Dom Luciano José Cabral Duarte, então bispo de Aracaju. Que implantou um NOVO TEMPO através da contribuição de sócios fiéis católicos.

Em 01 de abril de 2016 a Rádio volta a ser administrada pela Fundação Arquidiocesana de Cultura e é dirigida pelo Sr. Antônio Menezes, formado em Ciências Contábeis e Economia pela UNIT (Universidade Tiradentes). Exerceu com contador no Grupo Votorantim durante 26 anos; Coordenou o projeto de expansão da nova Fábrica do mesmo Grupo; Foi Controller durante os dois anos antes de se aposentar em 2000; Continuou na ativa como consultor administrativo da qual já prestava serviço. 

Embora sejamos uma Rádio Católica e tenhamos a missão de evangelizar, a nossa programação é abrangente, desde a musicalidade, com músicas religiosas e populares, aos demais aspectos que preenchem a programação de qualquer emissora. Por isso, valorizamos e prezamos o jornalismo e o esporte, por entendermos que a cultura e a informação são fatores indispensáveis para a socialização do indivíduo enquanto ser humano. Nosso diferencial e, que, nos tem dado sobriedade para trabalharmos, é a postura e conduta de programação. A prova disso é o retorno do público através de telefonemas e contatos nas redes sociais.

A Rádio Cultura de Sergipe AM – 670 Khz – A Emissora ao longo do tempo conquistou credibilidade, confiança e respeito do público e até dos profissionais de outras emissoras locais.

RÁDIO CULTURA AM 670
R. SIMÃO DIAS, 643 - CENTRO - ARACAJU/SE CEP: 49010-430

RECEPÇÃO - (79) 3226.8710

ESTÚDIO - (79) 3226.8700 - cultura@cultura670.com.br

COMERCIAL - (79) 3226.8719 - comercial@cultura670.com.br

JORNALISMO - (79) 3226.8707 - jornalismo@cultura670.com.br

SETOR DA PROVIDÊNCIA - (79) 3226.8724/ 04 - telemarketing@cultura670.com.br

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PRODUÇÃO - (79) 3226.8701 - producao@cultura670.com.br

Texto e imagens reproduzidos do site: cultura670.com.br

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Na Era do Rádio, por Sebastião Verly


Publicado originalmente no site METRO, em 04/01/2010

Na Era do Rádio
Por Sebastião Verly  

Dizem que quando a gente vai ficando mais velho, a nossa mente lembra mais das coisas antigas. Por isso não me envergonho de contar causos dos anos de 1950 e muito próximos. Eu tinha meus oito anos (oh que saudades que tenho da aurora de minha vida) e muita vontade de entender o mundo.

Eu saía da minha casa em Pompéu, numa ponta de rua chamada Os Cristos, ninguém falava bairro dos Cristos, mas simplesmente “lá nos Cristos”, e ia visitar as minhas irmãs, filhas do primeiro casamento de meu pai. Na ocasião, eram cinco irmãs e um irmão solteiro. Dos Cristos à casa das meninas (era assim que referíamos à casa delas) era uma boa caminhada. Algumas vezes elas me davam a maior atenção, falavam que eu era muito inteligente outras vezes eu permanecia ali solitário vendo o movimento da casa e ouvindo o rádio. Até me levaram para morar com elas por um pequeno período.

Eu ficava até mais tarde na “visita” mais para ouvir o emocionante Júlio Louzada. E foi justamente porque me esbarrei com um “site” na internet sobre aquele radialista que resolvi escrever. Para quem não viveu naquela Era, Júlio Louzada foi um locutor famoso, que fazia um programa diário, às 6 horas da tarde, quando recitava, com voz super empostada, a oração da Ave-Maria. Antes da oração, ele lia uma carta de ouvinte pedindo conselhos, e os dava graciosa e formalmente, como um consultor sentimental, um analista sem divã, mas com um microfone que lhe dava o renome que muitos psicólogos jamais tiveram em seus consultórios.

Como já escrevi alhures, na minha rua não tinha energia elétrica, portanto, não tínhamos rádio. Mas eu procurava ouvir rádio de vez em quando. Ouvi muito os discursos do Getúlio Vargas e ficava esperançoso que os trabalhadores um dia tivessem vez. Mesmo assim, minha família continuava torcendo pelo Brigadeiro Eduardo Gomes, da Aeronáutica, candidato à Presidência da República pela UDN, bastante reacionário.

O rádio me prendia a atenção naturalmente. Eu não demonstrava o quanto me encantava aquele aparelho.

Mas o que me motivou a escrever hoje foi o velho Júlio Louzada. Na casa das minhas irmãs, aquele momento, 18 horas, era todo de contrição. Sentávamos todos diante do rádio Philips que ficava em cima da cristaleira. Ali, quase em transe, minhas irmãs ouviam a Ave Maria. Alguns dias, elas colocavam o copo d’água próximo ao rádio para benzer. Depois elas bebiam a água na espera de uma vida melhor.

Depois da Ave Maria, creio que tendo como fundo musical a Ave Maria de Gounod, o radialista Júlio Louzada que muitos acreditavam padre, ou ex, dava os seus conselhos. E a apresentação dramatúrgica era de fazer inveja aos atores das novelas de hoje. Na maioria das vezes os conselhos eram para pessoas com a tal dor de cotovelo. Reclamavam da perda de um amor, de uma traição ou de uma frustração. Deve ser por isso que minhas irmãs, duas solteiras até hoje, além de duas que morreram solteironas, enchiam seus olhos de lágrimas.

Gerou até uma música de carnaval, cuja letra era mais ou menos assim: “A mulher de meu melhor amigo, me manda bilhete todo dia, desde que me viu ficou apaixonada. Me aconselha Júlio Louzada.”

Eu cresci e percebi que havia tudo de ingenuidade, naquela gente simples-simplória que procurava seguir (ou não?) os conselhos daquele radialista desconhecido.

E cheguei à conclusão que o mundo progrediu muito e ninguém hoje acreditaria mais num conselheiro pelo rádio, jornal e televisão.

Pensava assim até que minha mente me traiu ou me salvou, sei lá. Trouxe uma situação tão presente que descobri que ou eu não estou tão velho, ou a história de que gente não se lembra dos fatos recentes é balela.

Quem não conhece o picareta Antônio Roberto que de tanto dar conselhos pela TV, candidatou diretamente a Deputado Federal, por Minas Gerais, e deve ter mandato vitalício, graças aos seus programas “a la Júlio Louzada”, no rádio, na TV e nos jornais.

Texto e imagem reproduzidos do site: metro.org.br

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Rádio X Gilmar Carvalho, por Cláudio Nunes

Foto reproduzida do site Xodó News e postada 
pelo blog para ilustrar o presente artigo

Texto publicado originalmente no site do Portal Infonet, em 31 de agosto de 2007

Rádio X Gilmar Carvalho

Por Cláudio Nunes (Blog Infonet)

Este jornalista pede a compreensão do leitor para abordar um tema que para muitos é polêmico, mas que é necessário neste momento. Trata-se do papel do radialista Gilmar Carvalho no rádio sergipano. Há quinze dias Gilmar está afastado do programa que apresenta na FM Ilha por problemas de saúde e deve retornar nos próximos dias. O que parecia grave foi apenas um susto.

Este espaço abre-se para esta análise por dever de justiça. Seria mais cômodo para este jornalista ficar isento neste momento. Mas o leitor que acompanha esta coluna há muito tempo sabe que este não é o perfil deste profissional. Prefere não ficar omisso, mesmo que o tema dívida opiniões. No caso de Gilmar Carvalho este jornalista teria hoje alguns motivos para, no mínimo, não tecer nenhum comentário, por conta de aproximadamente há 50 dias, Gilmar ter feito duras críticas em seu programa de rádio chegando a anunciar que estaria processando o titular desta coluna por opinião publicada neste espaço.

Este jornalista conheceu Gilmar Carvalho quando o mesmo desembarcou em Aracaju vindo do interior do Estado, há pouco mais de dez anos. Naquele momento Gilmar chegou para assumir o programa matutino da rádio Jornal AM e comandar também o jornal Correio de Sergipe, que antes era o Jornal da Manhã. Estava este jornalista começando a escrever na área política e, se assustou quando pela manhã logo cedo, escutou seu nome no programa de Gilmar onde ele destacava as matérias publicadas e colocava o autor para discorrer sobre o assunto. De lá para cá este jornalista passou por quase todos os jornais e pela TV Sergipe.

Gilmar chegou com um estilo arrojado. Imediatamente dividiu opiniões, como acontece até hoje. Alguns o adoram, outros o odeiam, mas o interessante é que ele é ouvido por todos os segmentos. Polêmico, contestador, Gilmar foi responsável por denunciar escândalos e desvendar diversos fatos ocorridos em Sergipe nos últimos tempos como no caso do assassinato do deputado Joaldo Barbosa. É preciso lembrar que cada um tem seu estilo. Assim como no rádio sergipano, onde Jairo Alves, Douglas Magalhães, Fábio Henrique, Eduardo Abril, Marcos Aurélio, Edivanildo Santana e tantos outros conquistaram seus espaços junto à população.

 Devido ao estilo arrojado, Gilmar foi eleito deputado, passou pelo PT (e foi expulso) e no último mandato foi literalmente “cassado” pelo ex-governador João Alves. Hoje é o segundo suplente da coligação que elegeu Marcelo Déda governador de Sergipe. Da rádio Jornal, Gilmar passou para a Liberdade AM, do então prefeito Almeida Lima, depois para a FM Sergipe, da família Franco e agora estar na rede Ilha, do empresário José Edvan Amorim. Neste período em Aracaju, Gilmar fez e desfez amizades de todos os tipos e somente ele e os envolvidos podem analisar as razões que levaram a estes rompimentos. Uma certeza: pelo estilo, Gilmar já fez sua autocritica, revendo conceitos e dogmas, o que é natural na vida de qualquer pessoa. E como conheço boa parte da família dele, sei o esforço que fez e faz diariamente para manter a todos.

Este comentário não tem o intuito de julgar as ações de Gilmar, se foram certas ou erradas. Tem o intuito apenas de analisar que Gilmar ainda tem muito que prestar a sociedade sergipana através do rádio, onde quer que esteja. Ao contrário de alguns, que torceram (ou torcem) para que ele não retorne ao rádio e desejaram até mesmo algo pior, este jornalista – não como amigo (ou ex-amigo) – tem o dever de escrever que o estilo implementado por Gilmar Carvalho é importante para o rádio. Quem gosta ou não dele, não pode omitir a importância do mesmo para o fortalecimento do rádio sergipano.

Como escreveu no início este jornalista seria mais fácil e mais “adequado”, silenciar neste momento. Porém este espaço não foge da abordagem de temas polêmicos. Aliás, a democracia se faz e fortalece com as contradições e as divergências. Este profissional pode não concordar com muito do que Gilmar fala no dia-a-dia, mas como bem disse o filosofo, defenderá até o último minuto o direito dele falar. E tem mais: tem algo mais bonito na democracia do que você não gostar do que está ouvindo e apenas com um toque dos dedos mudar o dial da emissora de rádio? Doa a quem doer, Gilmar presta um grande serviço à população e já faz parte da história do rádio sergipano. E este jornalista torce que continue prestando este serviço por muitos e muitos anos.

Texto reproduzido do site: infonet.com.br

Radialista Joe Feitosa, no estúdio da antiga Mega FM (2011)

Foto:Atalaia Agora
Reproduzida do site: a8se.com

FM Itabaiana, na cidade de Itabaiana/SE.

sábado, 12 de janeiro de 2019

Aperipê FM lança o programa CONFRARIA, com Ricardo Gama


Publicado originalmente no site Aperipê, em 03/01/2019

Aperipê FM lança o programa CONFRARIA, com Ricardo Gama

Novo Programa

A Fundação Aperipê, através da Rádio Aperipê FM 104.9, lançará, no próximo dia 14, o CONFRARIA, um programa que entrará no AR de segunda a sexta, das 22h às 24h e traz de volta aos nossos microfones, o querido apresentador Ricardo Gama. Com um formato dinâmico e cultural que tem tudo a ver com o público da Fundap, o CONFRARIA vai trazer muita música de qualidade, além de papos com artistas, profissionais e personalidades do cenário cultural.

Em entrevista, o apresentador contou todos os detalhes desse novo desafio. Confira.

Sobre o tempo de reflexão

“Aproveitei esse tempo, afastado dos microfones da Rádio Aperipê, para refletir e planejar o novo programa. Foi um momento importante para mim, quanto profissional, que só ajudou nas novas ideias e criação”.

Ideia do CONFRARIA

“A ideia principal do Programa CONFRARIA é congregar e procurar destacar mais as nossas semelhanças humanas do que as diferenças. Tenho observado que ultimamente vêm aumentando o número de movimentos que buscam respeitar as diferenças entre as pessoas e diminuindo o sentindo de identidade, de irmandade. Foi refletindo através dessas observações que pensei no real sentido da palavra CONFRARIA e o que ele traz, em termos de integração entre os seres humanos e suas semelhanças, mesmo sabendo que também somos formados pelas nossas singularidades e especificidades”.

Interatividade

“Pensei no nome CONFRARIA, que tem tudo a ver com a ideia de bem estar, de um programa com conversas, músicas e temas interessantes, para que aumente, ainda mais, a participação dos ouvintes, através das redes sociais. É uma ideia de agregar e ter amizades com artistas, historiadores, ou uma personalidade que venha falar de uma passagem importante na vida. Tudo sempre com um tom de irmandade e coloquialismo nessas conversas, sem diferenças entre as pessoas, mantendo uma forma horizontal e linear. Vamos nos valer de tudo de bom para que seja realizado um trabalho no qual as pessoas possam se manter fiéis porque se identificam com o que ouvem. Essa fidelidade vai ser cultivada com tudo que dê ideia de mundo, com um toque meio espiritual. O CONFRARIA não chega para ser executado como uma tarefa de comunicação simplesmente”.

SERVIÇO:
O que? Lançamento do programa CONFRARIA.
Onde? Na Rádio Aperipê FM 104.9.
Quando? De segunda a sexta, das 22h às 24h.
Quem apresenta? O radialista, Ricardo Gama.

Matéria: ASCOM

Texto e imagem reproduzidos do site: aperipe.com.br

Radialista Otacílio Leite, diretor das rádios Aperipê AM e FM


Estreia programa CBN ARACAJU SEGUNDA EDIÇÃO (Local)

Estreia programa 
CBN ARACAJU SEGUNDA EDIÇÃO (Local)
dia 14 (segunda-feira), à partir da 14h30, 
na rádio CBN Aracaju 90,5 FM

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Mesa de áudio da Rádio Aperipê FM 104,9 Aracaju

Radialista Ricardo Gama, no controle das carrapetas

Estúdio da Rádio Aperipê FM 104,9 Aracaju
Fotos reproduzidas do Facebook/Mural Aperipê 

Programa MURAL, com Tanit Bezerra, na Aperipê FM

Clique para ampliar


Imagens reproduzidas do Facebook/Mural Aperipê

Jornal Nova Manhã, na rádio Nova Brasil FM 93.5 ARACAJU

 André Barros, na apresentação do Jornal Nova Manhã

 Priscila Andrade e André Barros, 
nos estúdios da rádio Nova Brasil FM  93.5 Aracaju



Fotos reproduzidas do instagram/jornalistaandrebarros

Novos estúdios da Rádio Jornal FM 91,3 ARACAJU

 Toni Xocolate e Carlos Magalhães

 Carlos Magalhães, Augusto Júnior e Fábio Rivera

Toni Xocolate no estúdio da nova rádio Jornal FM 
Fotos reproduzidas do Facebook/Toni Xocolate Toni Xocolate

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Gilmar Carvalho e o rádio sergipano atual

Imagem extraída do youtube e postada pelo blog,
 para ilustrar o presente artigo

Texto publicado originalmente no site JLPolítica, em 02/01/2019

Rádio sergipano enfrenta um balé de novas parcerias e muda muita coisa no mercado

Gilmar Carvalho: fica só na TV. Mais atenção ao mandato

A partir desse começo deste mês de janeiro de 2019, o sistema de radiocomunicação no Estado de Sergipe sofre uma profunda mudança, com muitas emissoras mudando de parcerias e de grupos nacionais nos quais estão inseridos há algum tempo.

Quer um exemplo? A Jovem Pan, de Lomes Nascimento, muda de franquia e passa a ser uma espécie de afiliada da Rádio Globo, do grupo dos irmãos Marinho, da mesma cepa da Rede de Televisão.

Outro exemplo? A Mix FM, franquia onde se guardou a Atalaia FM, do Sistema Atalaia de Comunicação, de Walter Franco, entrou no ar hoje, 2 de janeiro, já com a Nova Brasil.

Aqui, a mudança não será só nisso. Os negócios radiofônicos de Walter Franco sob a Nova Brasil não terão mais a participação do radialista Gilmar Carvalho.

Este vai ser substituído no rádio pelo radialista André Barros, que já esteve na família Atalaia há algum tempo. Começa na segunda-feira, dia 7. Gilmar permanece, no entanto, com seu programa da TV Atalaia, afiliada da Record.

Velhinho e cansado, ficar fora do rádio foi uma opção pessoal de Gilmar Carvalho, para poder dar mais tempo e atenção ao seu mandato de deputado estadual reconquistado com uma votação surpreendente - 34.160 votos - ano passado, depois de tanto bater a testa contra muro. A TV vai suprir a necessidade de mídia que ele tem enquanto homem de comunicação.

Mas tem mais novidade: o Grupo Xodó, com sete emissoras de rádio no Estado, assumirá a bandeira da Mix que a Atalaia desasteou.

Quer mais? A velha e cansada Rádio Liberdade AM vai virar a Liberdade FM, sob o comando de José Antônio, do Grupo Torre, e a chancela da programação da Rádio Bandeirantes, de São Paulo. Aliás, pela Torre, já está no ar, a TV Liberdade.

Esta não é mais novidade, mas vale pela data: no dia 10 de janeiro, a antiga Rádio Jornal AM, pelas mãos da dupla pai e filho José Arinaldo de Oliveira, entra definitivamente no ar como FM em cadeia estadual com a FM Educadora de Frei Paulo.

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Texto publicado originalmente no site JLPolítica, em 03/01/2019

Gilmar Carvalho nega estar deixando o rádio. “Analiso quatro propostas”, avisa

Gilmar Carvalho: na TV, mais atenção ao mandato, mas sem deixar rádio

O radialista, jornalista e deputado estadual Gilmar Carvalho nega a informação dada por esta Coluna Aparte de que, por escolha, preferiu ficar fora do rádio este ano, optando apenas pela TV Atalaia nesta migração da programação da rádio Mix para a Nova Brasil.

“Amigo, não decidi sair do rádio. Analiso quatro propostas”, disse ele a autor desta Coluna numa mensagem por WhatsApp nesta quinta, 3 de janeiro. “Uma fonte perto de você me disse que você iria ficar com a TV e cuidar mais do mandato”, contrapôs a Coluna.

“Sobre a TV e o mandato, é uma verdade. Mas analiso propostas de rádios. Entendo a sua informação. Sou do meio, mas a verdade é que estou analisando as propostas. Não estou nem desmentindo”, ponderou o comunicador e político.

A informação que fazia referências a Gilmar Carvalho vai além da questão Mix, Rádio Atalaia e Nova Brasil. Ela veio embutido na nota “Rádio sergipano enfrenta um balé de novas parcerias e muda muita coisa no mercado”, que traz diversos informes sobre comunicação radiofônica.

Não constava da nota, mas depois da sua publicação veio de Estância a informação de que a família Leite - Jorge e Ivan Leite - estaria em fase experimental da elevação de AM Esperança para FM da Rádio Esperança, de propriedade dela.

Textos reproduzidos do site: jlpolitica.com.br